Não vou falar da Irlanda. Pelo menos não agora. Fiz esse blog registrar a forma como vejo o mundo. Através das minhas observações das pessoas, o que vejo, o que crio, o que penso. Mas agora estou afim de falar de algumas coisas que estou sentindo...então não aconselho ninguém a ler esse texto..ele é só para mim mesmo, só para depois voltar, daqui um tempo e ler de novo.
Esse texto não merece ser lido porque não vou contar nada meu. Só vou repetir algo que todo mundo faz. (caralho, a porra da menina que mora do lado do meu dorm não pára de bater a porta)
Evitei. Tentei não olhar. Tentei não reparar na sua felicidade. Quis ignorar mesmo, achando que estava tudo bem. Mas não dava. Eu ficava pensando nisso, querendo saber como você estava mesmo que não faça mais parte da minha vida há muito tempo. Então ficava receosa de querer saber como você estava, se estava namorando, se estava bem no trabalho. Minha imaginação inventava situações que nunca existiram mas que meu coração jamais diria que essas sensações foram inventadas. ´
É como se eu tivesse vivido cada uma daquelas cenas na balada, com você me olhando, eu fingindo que não te via, com uma outra pessoa ao meu lado. Imaginava que vc viria conversar comigo. Como era seu fim de semana, no Ibirapuera, na Benedito KY, no cinema...e minha cabeça criava tanta coisa, que eu chegava a sentir o cheiro dos lugares imaginados, via a roupa que vocês estavam vestindo, sentia o gosto daquele maldito kebab.
Tomei coragem e parei de imaginar. Resolvi 'perguntar'. Deixar de ver com meu coração e começar a sentir com a cabeça.
Mesmo morrendo de medo resolvi encarar a real. E foi a melhor coisa que fiz. hahahahahahah
se soubesse que seria tão fácil, tão bom teria feito antes. Você virou uma piada amarela - aquela que as pessoas entendem e falam "ah, tá...". Cortei o laço que existia. O que sobrou foi só dor de cotovelo mesmo... mas nada que o tempo não tenha curado. O tempo. Meu melhor amigo.
Como me sinto bem para continuar..é como se você não tivesse existido...ahahahhahaha e, você, de fato, não existe mais. Para sempre.
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2 comentários:
madre dios!
gostei desse blog.
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